Você já ouviu falar em Classificação de Risco? Utilizada em hospitais e outras unidades de saúde, essa ferramenta é importante para definir prioridades de atendimento entre os pacientes.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) utiliza o Protocolo de Manchester. Com ele, todos os pacientes recebem uma classificação de risco assim que chegam no HEJA. Os pacientes são classificados em cinco cores. Elas representam a prioridade de atendimento, privilegiando os casos mais graves.

Entenda as cores

  • Vermelha – Emergência: atendimento imediato;
  • Laranja – Muito urgente: espera de até 10 minutos;
  • Amarelo – Urgente: espera de até 1 hora;
  • Verde – Pouco urgente: espera de até 2 horas;
  • Azul – Não urgente: espera de até 4 horas.

Entenda o fluxo

  1. Triagem: consulta com enfermeiro para averiguação dos sintomas e definição das prioridades de atendimento conforme classificação de risco;
  2. Recepção: a ordem de chamada para o atendimento médico segue o protocolo da classificação de risco. Casos mais graves são atendidos primeiro;
  3. Atendimento Médico: o atendimento inclui consulta, medicação, pequenas cirurgias e internações de até 24 horas. Casos complexos são encaminhados para unidades especializadas.

Dessa forma, o atendimento é humanizado e a vida dos pacientes com alto risco é valorizada. A Classificação de Risco também descongestiona o Pronto-Socorro e reduz o tempo para o atendimento médico, fazendo com que o paciente seja visto precocemente de acordo com a sua gravidade.